Em artigo publicado no portal Migalhas, nossa sócia Graziela Bonfim analisa os riscos cognitivos da antropomorfização da inteligência artificial no exercício da advocacia.

No texto, Graziela explica como a linguagem fluida, o tom empático e a comunicação em primeira pessoa podem fazer com que sistemas de IA sejam percebidos como interlocutores humanos, aumentando a confiança dos usuários e reduzindo o senso crítico durante a análise das informações.

O artigo também aborda os impactos desse comportamento na prática jurídica, como a aceitação de conteúdos incorretos, a redução do esforço de verificação e a falsa percepção de compartilhamento de responsabilidade com a ferramenta. Ela destaca, ainda, a importância da adoção de protocolos de checagem que preservem a autonomia e a responsabilidade profissional dos advogados.

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